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O
plano de Deus para salvar a humanidade.
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01 – O Jardim do Édem – Adão e Eva
1.1 - Deus, em
sua infinita misericórdia, e para deleito de si próprio, para
a sua própria honra, glória, louvor e domínio, criou a
humanidade a partir de um monte de barro. Pois, pegou lama, (Gn
2.7) e com ela modelou um ser humano que tivesse a sua forma e
aparência (Gn 1.26), assim, concluímos que Deus é extremamente
parecido com o ser humano e ao mesmo tempo o homem é
extremamente parecido com Deus.
1.1.1 - Penso que o que
mais faz o homem ficar mais diferente e distante de Deus é o
pecado, e é a
santidade que faz o homem ficar mais parecido e próximo de
Deus.
1.2 - Depois
que Deus construiu o primeiro projeto de homem a partir do
barro, (Gn 1.26 e 27; 2.7) soprou em suas narinas, e por
milagre divino, aquele monte barro sem vida alguma, passou a
ser alma vivente, ganhou vida, passou a respirar e se
movimentar. (Gn 2.7)
1.2.1 - Quando Deus soprou
na narina do projeto de homem, do monte de barro, Deus estava
fazendo o primeiro milagre para os homens, fora as criações
anteriores: animais, vegetais, estrelas, lua... sol.
1.2.2 - O homem sem o
Espírito Santo, não é muito diferente do primeiro projeto de
homem de barro, porque para Deus, ambos estão mortos, um está
morto porque não tem nenhuma animação, e o outro está morto,
porque a sua animação é exclusivamente física, espiritualmente
ele está cem por cento morto, para Deus, claro.
1.3 - O que
nos mostra claramente, que o homem surgiu de um desejo de Deus
e de um milagre divino, portanto, a nossa existência é na
dependência total do nosso criador. No momento que saímos da
dependência do Senhor, estamos á mercê da nossa própria sorte,
o que se poderia dizer: é muito azar, dependermos só de nós
mesmos. Porque aí estaríamos na dependência das hostes do mal.
1.4 - Quando
Deus criou o primeiro homem, lhe chamou Adão (pai de todos
os homens), em seguida,
supriu a maior necessidade do homem, criou para ele uma
companheira. Fazendo-o dormir e retirou dele uma costela, e desta
costela, de forma milagrosa novamente, construiu uma mulher e
entregou para Adão cuidar dela. Deus iniciou a criação da
humanidade fazendo dois milagres. Criou o homem do barro e
criou a mulher de uma costela.
1.4.1 - Esta atitude de
Deus criar a mulher a partir de uma costela do homem, é de
certa forma inusitada, ele poderia ter feito os dois ao mesmo
tempo do barro, mas Ele esperou o homem desejar, para atender
o pedido do homem, os nossos desejos são para Deus verdadeiros
pedidos o que chamamos tecnicamente de oração. É por isto que
de certa forma é muito perigoso desejar o que não é bom para
nós. Deus poderá, pela sua infinita misericórdia, atender o
nosso desejo, para provar que é tão bom, que nos dá ou nos
deixar alcançar aquilo que desejamos tão intensamente, mesmo
contrário à sua vontade. Isto é muito profundo e altamente
questionável. Há casos que Deus permite, e há casos em que
Deus mesmo providencia para o deleite da nossa alegria, mas
tudo que é contrário à vontade de Deus, tem um preço, e
normalmente este preço não é nada agradável. O melhor é ficar
no centro da vontade de Deus, o que também tem um preço.
1.4.2 - "Osso do meu osso e
carne da minha carne" (Gn 2.23) - Deus fez a mulher a partir
de um osso do homem, para ficar de forma implícita que a
mulher quando casa, passa a ser parte do marido, "se tornando
os dois uma só carne", e o casamento se torna indissolúvel em
Cristo.
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cont...1.4 - Pena que nem sempre aconteça assim, e Deus mesmo,
sabendo das fraquezas humanas, resolveu isto, já que a própria
Bíblia aponta uma possibilidade de separação: em caso de
traição. Mas, "O cordão de três dobras não se rebenta com
facilidade". (Ec 4.12). Primeira dobra: Deus; segunda dobra: o
homem; terceira dobra: a mulher.
1.5 - E disse
a eles, “Esse é o Jardim do Édem, vocês podem comer de tudo
que houver nele, mas não podem comer do fruto da árvore do bem
e do mal, que está no meio do jardim, se comerem dela,
certamente morrerão”.
1.6 - Veio o
Diabo em forma de serpente, e enganou a Eva, assediando-a a
comer do fruto proibido e em seguida, convenceu-a a oferecer
ao seu esposo, que também o comeu. Esta manifestação de
Satanás, foi a primeira manifestação de um demônio ou espírito
caído na Bíblia Sagrada, é a manifestação mais típica de todos
os tempos, infelizmente os próprios demônios se encarregam de
desmentir quem revela este artifício demoníaco, são os
fantoches, corpos de homens ou
animais possuídos por um espírito maligno. Quando é o corpo de
um homem, ele fica sem alma, vazio.
1.7 - Antes do
pecado, o Jardim do Édem, era um paraíso de Deus na terra. A
terra toda era em si era um verdadeiro paraíso, não havia
animais predadores e não havia ervas daninhas e nem bactéria e
nem vírus, não havia doença de nenhuma espécie, não havia
perda da vida e nem dor, tudo era perfeito. Adão e Eva eram as pessoas
mais belas e mais perfeitas que já nasceram na história da
humanidade até o momento da queda, pois nem se quer
envelheciam e não iriam perder a vida. Mas pecaram, adoeceram,
envelheceram e perderam a vida. Com a entrada do pecado no
mundo, o mundo entrou em seu princípio de colapso. Deus criou
a terra para ser eterna, mas o pecado do homem pôs limite em
tudo no universo. Um mundo perfeito foi transformado num mundo
imperfeito com o pecado do homem. Antes do pecado não existia
morte para nada do que Deus criou. Os próprios anjos foram
criados para serem eternos, os que caíram perderam esta
condição, agora eles "morrem".
1.8 - Com o
pecado do homem, a maldição entrou em sua vida, na vida de
toda a humanidade e na vida de
todos os animais e plantas, inclusive em toda a terra e em
todo o universo. O pecado do homem ecoou e desordenou toda a criação
de Deus na terra e fora dela. O próprio universo passou a
conspirar contra o ser humano por causa da sua queda.
1.9 - Vendo
Deus que não havia nenhuma possibilidade do homem permanecer
no Jardim do Édem, colocou-o para cuidar da terra corrompida e
lhe informou dos seus deveres e castigos, para ele e para a sua esposa.
(Gn 3.15-17) A vida era plenamente maravilhosa, com o pecado,
ela se tornou quase que insuportável.
1.10 - E
imediatamente, informou que ia providenciar um redentor para a
humanidade caída. Isto é o que podemos chamar de um Deus
misericordioso. Logo após o pecado Ele diz: "venha, se
reconcilie comigo, eu tenho um plano bom para você". (Gn 3.15)
Isto é válido para todos os seres humanos, Deus não faz
acepção de homens, para Deus todos são iguais. O melhor
remédio para o pecado, é arrependimento, e retorno as coisas
de Deus.
1.11 - Deus, sempre tem um
plano maravilhoso na vida de todos os homens e mulheres, basta
que agente se disponha a andar conforme a sua vontade, e se
entregar a Deus de modos, que Ele possa realizar a sua vontade
em nossa vida. O plano de Deus sempre é melhor para o homem do
que o nosso plano. Deus tem um plano maravilhoso em sua vida.
Creia nisto, é de Deus, e já está em execução. Observe e verá
o mover da mão de deus em sua vida.
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02 – Noé e o Dilúvio
2.1 - A
humanidade cresceu, os homens viviam até mil anos, (Metusalém,
969 anos - Gn 5.27) para
poderem reproduzir ao máximo e povoarem a terra. Neste tempo a
terra estava praticamente vazia de gente. Mas com o
aumento do povo, também aumentou o pecado, e os homens se
tornaram tão maus, que já não compensava para Deus deixar a
humanidade continuar a existir. (Gn 6.5)
2.1.1 - O pecado é a coisa
mais terrível para o homem, ele desmantela a vida do homem,
levando-o a ruína total. O pecado exerce grande fascínio para
os homens, mas é enganoso. É o pecado que leva o homem à
morte, tanto física como espiritual. Quando o homem cai
no pecado, ele decai da graça de Deus, ficando exposto a toda
coisa ruim desta vida.
2.2 - Então
Deus decidiu destruir toda a vida na terra por meio de um
dilúvio, mas antes disto, Deus procurou um homem que fosse
correto e que o
buscasse em espírito e em verdade, e de fato encontrou, (Gn
6.8 e 9) este
homem era Noé, justo e íntegro diante de Deus, que juntamente com seus três filhos e esposa,
adoravam a Deus diariamente com seus atos de justiça. (Gn 6.9)
Neste tempo não existiam Igrejas, a Igreja foi criada
depois da ressurreição de Jesus, pelos Apóstolos, mas sempre
que os homens se reúnem para falar das maravilhas de Deus,
Deus desce do seu trono e vem apreciar, juntamente com os seus
anjos o que o homens estão falando. Deus gosta disto.
2.3 - Deus
chamou Noé para conversar, (Gn 6.9) depois de lhe explicar os seus
planos, lhe ordenou que construísse uma gigantesca arca, na
qual, ele colocaria um casal de cada espécie de animais. A
construção da arca é um tipo de construção da igreja. Uma arca
salvando os animais, uma igreja salvando os homens. E Noé é um
tipo de Jesus. Noé construiu a arca, e Jesus construiu a
Igreja.
2.4 - Depois
da construção da arca, fez Deus, cair chuva na terra por quarenta dias, neste
período, Deus fez se abrir os depósitos de água que haviam por
baixo da terra, os grandes abismo, e toda esta água subiu
para a terra, inundando-a por cento e cinqüenta dias. O
dilúvio é um tipo de tribulação
que virá sobre os homens maus nos últimos dias, este fato já
está muito próximo de acontecer. Na época do dilúvio, a vida
na terra estava igual aos dias de hoje, tudo corria
normalmente, o pecado era tão comum, que somente nos dias de
hoje se pode igualar. Como a vida na terra não tinha mais
condições de se manter, por causa do pecado que era demais,
Deus interferiu com o dilúvio, da mesma forma, hoje, a vida
está indo numa direção que não dá mais para manter, o pecado e
a maldade dos homens estão destruindo o planeta, Deus vai
interferir com o arrebatamento da
Igreja e a destruição da maior parte da humanidade.
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2.5 - No
dilúvio de Noé, só escaparam oito pessoas, Noé sua esposa e
seus filhos, Sem, Cão, Jafé e suas respectivas esposas. Estas
pessoas que escaparam do dilúvio são um tipo de Igreja, eles
escaparam flutuando em uma arca, sobre um mundo coberto de
águas, e a Igreja vai escapar "flutuando" para Jesus que vai
estar esperando pelos salvos em uma nuvem nos céus, acima de
um mundo coberto de pecado e de demônios.
2.5.1 - Com a retirada da
Igreja da terra, a terra será tomada totalmente pelos
demônios, que irão destruir dois terços da humanidade dentro
de sete anos. Isto está amplamente esclarecido neste tópico:
apocalipse, somando a Igreja com
alguns que vão ficar na terra para o milênio, completará o
outro um terço que escapou da mão de Satanás.
2.6 - Depois
do dilúvio, a vida recomeçou a partir da família de Noé. O
recomeço de Noé e sua família na terra, escondidos por cento e
cinqüenta dias numa arca, prefigura as pessoas que vão escapar
da grande tribulação escondidos em cavernas, para não morrerem
pelas mão dos demônios. Assim como a terra foi repovoada por
Noé e seus três filhos, também será repovoada pelo resto que
escapar da grande tribulação. A raiz ou descendência de Noé
durou sete mil anos, até agora, claro, e a raiz do resto da
tribulação vai durar mil anos na terra, depois disto virá a
destruição total da terra e o julgamentos de todos os homens,
demônios e anjos de Deus. Nós os homens, julgaremos a todos.
2.6.1 - O dilúvio foi a
liquidação do pecado na terra nos tempos de Noé, assim também,
a grande tribulação, será a liquidação do pecado na terra em
nossos dias. Noé, fazia exatamente o que os pregadores fazem
hoje, trabalham e pregam o evangelho. Noé avisava diariamente
aos homens, seus contemporâneos, que Deus ia destruir a terra
com um dilúvio, eles riam de Noé, e faziam piadas da sua cara,
hoje é tudo do mesmo jeito, o povo de Deus é motivo de riso
para muitos, por causa do Evangelho de Jesus. Mas Deus cumpriu
com a palavra de Noé, e certamente cumprirá com a palavra dos
pregadores do Evangelho dos nossos dias.
2.7 - Depois
que o mundo foi novamente ocupado pelo homem, este se adaptou
nas diversas regiões da terra, evoluindo mais rapidamente em
alguns lugares que outros, inclusive, para que se adaptasse
mais rápido, aconteceram mutação no próprio DNA humano,
ficando alguns homens levemente diferentes dos outros, uns
altos e outros baixos, uns negros e outros brancos, mas todos
são descendentes do mesmo homem: Noé. Os homens são muito
parecidos em tudo, tanto fisicamente como espiritualmente.
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03 – Os Patriarcas – Abraão, Isaac e
Jacó
3.1 - Neste momento da
história humana Deus precisava separar o povo santo do povo
que não o adorava. Porque em Abrão se iniciava a linhagem de
Jesus, para
isto, Deus o chamou, e depois passou a se chamá-lo de Abraão (pai de todas as nações), e lhe disse: “Sai da tua terra, da tua
parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te
mostrarei”. (Gn 12.1)
3.1.1 - Sempre que Deus
quer operar de maneira diferente e muito intensa na vida de
alguém, Ele "chama", leva a pessoa para um lugar bem distante
da sua parentela, para que a pessoa fique "desprotegida" dos
parentes, e assim fique entregue à dispensação de Deus, Deus
tira a pessoa dos cuidados dos homens, para que Ele possa
cuidar, e assim a pessoa passa a ver que Deus faz milagres
maravilhosos para nos cuidar diariamente.
3.2 - Abrão,
pegou a sua esposa, Sarai, que depois passou a se chamar Sara
(mãe de todas as nações)
e um sobrinho de nome Ló, e partiram de Harã para Siquém, onde
fixou morada por um tempo.
3.2.1 - Sara foi a mãe de
Isaac, o primeiro herdeiro da promessa, o primeiro da
linhagem santa, da qual viria a nascer Jesus. (Mt 1.2)
Percebemos na história de Isaac, todos as evidência de um
homem santo e separado para Deus, especialmente na hora da
escolha e do seu casamento com Rebeca, tudo feito nas mais
alta submissão e dependência a Deus. Rebeca já era filha da
promessa, e do casamento geraram outro filho da promessa,
Jacó, que muito embora foi esperto e enganador, sempre estava
pensando em primeiro lugar no reino de Deus e a sua justiça.
3.3 - Abraão levou consigo,
a sua esposa, o seu rebanho e um sobrinho de nome Ló. Este Ló
foi um nó na vida de Abrão. Ló é um exemplo que os crentes
devem observar com muita cautela. Ló é um tipo de embaraço na
vida do cristão que o impede de caminhar bem ou desenvolver
qualquer coisa para Deus. Ló é uma mala que o crente vai
puxando dia a dia na sua vida para onde vai. O crente deve
avaliar a sua vida, e ver se não há algum embaraço que está
atrapalhando o fluir do Espírito Santo. Se não está arrastando
alguma mala sem alça que o impede de produzir para Deus.
3.3.1 - Por este tempo, Deus mudou o nome
de Abrão e Sarai para Abraão e Sara e visitou Abraão na pessoa
de Jesus como sendo o Anjo do Senhor (Gn 18.1...) e avisou que
ia lhe dar um filho dentro de um ano e destruir a cidade de Sodoma e juntamente com ela, todos as
pessoas que lá moravam nas próximas horas. Então Abraão intercedeu por Ló, e
Deus, misericordiosamente, livrou Ló e sua família da
destruição, mas a mulher de Ló não quis, olhou para trás e
virou uma estátua de sal. (Gn 19.26)
3.3.2 - Quando o anjo,
Jesus, disse que ia dar um filho para Abraão e Sara, eles já
estavam muito velhos, já estavam esperando por (esta promessa)
este filho a mais de trinta anos, ele estava com cem anos (Gn
21.5) e ela com noventa anos. Como poderia, Sara com noventa
anos gerar um filho, se já não ovulava mais, como a Bíblia
fala de maneira tão maravilhosa: "já tinha passado o costume
das mulheres" (não sangrava), [para que todos entendam] diante de tantas
impossibilidades, só restava a Sara, que estava ouvindo a
alguns metros por trás de uma porta, dar boas risadas do que o
anjo estava dizendo, isto é natural, mas os impossíveis dos
homens são os possíveis de Deus. Não existe, nunca existiu, e
nem nunca existirá qualquer coisa impossível para Deus. Deus
faz promessas esquisitas, porque Ele é um Deus esquisito
mesmo, pode cumprir tudo que prometer, mesmo que todas as
possibilidades do cumprimento estejam esgotadas, ainda ha uma
possibilidade que nunca esgota: Deus pode todas as coisas.
Quem tem promessa de Deus, rindo ou chorando deve esperar na
promessa, porque ela vai se cumprir do jeito que deus falou.
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3.3.4 - Quando Ló suas
filhas e sua mulher saiam de Sodoma, conduzidos pelos anjos de
Deus, grande saraivada de fogo caia sobre Sodoma, destruindo
tudo e todos. O anjo havia dito, que ninguém poderia olhar
para trás, se olhasse morreria. Este olhar para trás, é um
paralelo na vida do crente que não deve ficar olhando para
trás, para a vida que levava, cheia de tribulação e de
pecados. Se o crente ficar "olhando para trás", relembrando o
passado pecaminoso e sentindo saudade do tempo que passou,
fatalmente será laçado e irá novamente ao pecado, e morrerá no
pecado se não acordar a tempo. A mulher de Ló, olhou para
trás, e virou uma estátua de sal, poderia ser de rocha, mas a
rocha não desmancha com a chuva, e ela precisava voltar para o
lugar que amava ardentemente, Sodoma, na primeira chuva a
estátua desmanchou e o sal escorreu para o lugar onde estava o
coração da mulher de Ló.
3.3.5 - Este Ló, sobrinho
de Abraão, tinha o olho gordo, e era invejoso e cobiçoso,
desejava para ele aquilo que não era adequado para um servo de
Deus, e num destes desejos, ele foi parar dentro de Sodoma, um
verdadeiro caldeirão do Diabo, embora a luz tenha que ser
colocada nas trevas para que possa brilhar, mas neste caso ele
foi porque na hora de decidir com Abraão entre o deserto e as
campinas verdejantes do Jordão, Abraão deixou que Ló tomasse a
decisão, sabendo que Deus o abençoaria (a Abraão) em qualquer
lugar do universo, mas Ló, que andava por vista, ou seja,
baseado apenas no que vê, percebeu o verde maravilhoso
da campina e foi para lá, e foi armando as suas tendas até
Sodoma e por lá ficou, vindo a ser administrador de um curral
de demônios.
3.3.6 - Este Ló, depois que
saiu de Sodoma, foi morar numa caverna juntamente com as duas
filhas, e porque estavam separados dos povos, não havia com
quem a moças casarem, e resolveram dar uma solução humana para
o problema, como é comum na hora do desespero humano, deram
vinho para Ló e deitaram com ele, vindo a duas a engravidarem
e geraram filhos que trouxeram muita dor para a humanidade até
os dias de hoje, pois seus filhos deram origem a povos que não
adoram a Deus, matam os adoradores, são guerreiros maus e não
gostam do Senhor.
3.3.7 - Abraão e Sara
oraram durante trinta anos para que Deus abrisse o ventre de
Sara e ela viesse a engravidar, durante estes trinta anos,
Abraão mudou várias vezes, e sempre tinham como alvo maior a
geração de um filho, porque dele viria a geração de Jesus,
Abraão sabia disto. E Sara queria um filho porque em sua
sociedade, mulher que não gerava era rejeitada pelo marido, ou
pelo menos, isto era um artifício para que o homem largasse a
mulher, no auge do desespero de Sara, ela achou uma solução
humana, arranjou uma empregada de nome Agar e a entregou nos
braços de Abraão para que gerassem um filho para ela Sara.
Isto aconteceu, mas só trouxe tristeza para Sara que era a
maior interessada nesta coisa. A solução humana para resolver
problemas espirituais, não traz benefício algum para quem faz
tal engenharia, é só para tristeza de muitos. É melhor esperar
em Deus. No tempo de Deus a bênção desce espontaneamente, sem
esforço algum.
3.4 - Abraão
teve um filho de nome Isaac que se casou com Rebeca (Gn 24) que teve
dois filhos gêmeos de nomes, Esaú e Jacó. Esaú saiu ruivo e caçador e
pecador, teve três mulheres que infernizavam a vida de Rebeca. Jacó, saiu adorador e enganador. A bênção da família era para
Esaú o primogênito, mas como ele era relapso, pecador, Deus
torceu a história e a bênção da genealogia de Jesus foi para
Jacó, que é o enganador. Este Jacó teve quatro mulheres e doze
filhos, entre eles, o poderoso José do Egito. Homem de
qualidades incomuns e que deve ter a vida observada
cotidianamente por todos os crentes. José é uma estrela do
Velho Testamento, que jamais vai parar de brilhar na história
do povo de Deus.
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04 – José do Egito
4.1 - Quando
José tinha dezessete anos, foi jogado numa cisterna pelos irmãos,
isto o fizeram por inveja, porque José tinha sonhos e contava
a seu pai, Jacó, e a toda família, e em seus sonhos José
aparecia como sendo uma estrela brilhante, e seus familiares
se ajoelhavam para ele, como seus irmãos eram
grandes pecadores, o venderam para uma caravana de Israelitas que
venderam para os Midianitas (Gn 37.36) que venderam a Potifar,
oficial de Faraó, comandante da guarda, no Egito. O plano de
Deus na vida de José estava se desenrolando. As vezes pensamos
que Deus está nos castigando, quando na verdade Ele está nos
abençoando. Nestes casos temos as mais terríveis sensações,
porque Deus faz uso de métodos absolutamente estranhos ao que
esperávamos que Ele utilizasse. Imagine: Poço, acusações e
cadeia. José passou não menos que dois anos na cadeia, mas
fica evidente que ele passou quase dez anos. Tinha dezessete,
(Gn 37.2) foi procurar os irmãos, foi preso, e saiu da prisão
aos trinta. (Gn 21.46) Ficando aí um intervalo de treze anos,
distribuídos entre a sua estadia na casa de Potifar e na
prisão. Crente também vai para a cadeia, o que não implica que
seja culpado. Há quem diga: Misericórdia irmão. Sim. Que Deus
sempre tenha misericórdia de todos nós.
4.2 - Deus
abençoou a casa de Potifar grandemente por amor a José que era
um servo fiel, mas José era extremamente formoso, [bonito] e a esposa
de Potifar colocou os olhos nele, de modo que o assediava dia
e noite, até fazer um laço e induziu a Potifar a colocar José
na cadeia por uns dez anos, acusando-o de tentativa de estupro.
4.2.1 - Deus não esconde o
pecado de ninguém, e no caso de José, infelizmente, ele
cometeu um pequeno deslize: "sucedeu que, certo dia, veio ele
a casa, para atender aos negócios; e ninguém dos de casa se
achava presente" (Gn 39.11) Como se pode ver, Deus não fez uma
armadilha para José cair nela e ir para a cadeia. Deus
aproveitou os fatos naturais para operar, permitiu que os
irmãos dele, o vendessem e permitiu que ele fosse preso, tudo
isto para desencadear o plano maior: fazer de José o primeiro
ministro do Egito num curto período de tempo, que humanamente
seria impossível. Deus sabia que José não ia vigiar tanto e
permitiu que ele fosse na casa de Potifar no momento que não
havia proteção para ele. Bem... "operando Deus quem impedirá"
(Is 43.13)
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4.3 - Mas Deus
era com José na cadeia, e logo ele se destacou e se tornou o
administrador da cadeia, mesmo sendo preso. Completando o
tempo determinado por Deus para a sua prisão, Faraó do Egito
teve um sonho dúplice de sete vacas gordas e sete vacas magras,
sete espigas cheias e sete miradas; as vacas magras comiam as
gordas e continuavam magras, as espigas mirradas comiam as
espigas cheias e continuavam mirradas (Gn
41.17), mas certamente, Deus, já havia explicado isto para
José, enquanto ele estava preso, e ele interpretou o sonho
corretamente e se tornou o primeiro ministro do Egito. Quando
Deus quer, acontece.
4.4 - José,
divinamente instruído, construiu depósitos em todo o Egito e
ordenou o recolhimento de grãos por sete anos seguidos, depois
disto veio os sete anos de seca, o povo estava morrendo de
fome, mas José vendia os grãos para o povo, depois, quando o
povo não tinha mais dinheiro, ele comprou os seus animais, as
suas casas, os seus campos e por fim os próprios corpos dos
egípcios.
4.4.1 - Imagino que estes
sonhos de Faraó, são um tipo para o que vai acontecer antes do
arrebatamento. Acredito que quando estiver faltando uns sete
anos para o arrebatamento, Deus vai fazer grande mover sobre a
terra. Porque depois destes supostos sete anos de fartura,
virão sete anos de seca total do Espírito Santo, que é o
período da tribulação. Eu penso isto, não estou dizendo
que Deus me revelou isto. Ele não me revelou isto. Pode ser
que tenha revelado, não sei.
4.5 - José é
um dos melhores exemplos de homens da Bíblia, não se vê pecado
na vida de José, porque Deus não esconde o pecado na vida de
ninguém. O seu pequeno vacilo de não vigiar ao entrar na casa
de Faraó, sabendo que havia uma armadilha lá, e o fato de ter
contados os sonhos aos seus familiares provocando a inveja nos
irmãos, são tão sutis, que
quase nem chegam a ser pecado, se que isto é pecado, mais dói de pensar no resultado.
José era um cientista de Deus do seu tempo. Deus revelava
ciência, mistérios profundos e grande sabedoria para ele.
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05 – Moisés e Josué – Profetas Antigos
5.1 - Depois
de 400 anos no Egito, a linhagem de Jesus tinha passado de uma
família para um povo, havia crescido grandemente, ao ponto de
Faraó do Egito, temer uma guerra dos hebreus contra os
egípcios, ou a união daqueles com outros povos contra o povo
egípcio.
5.2 - Para
impedir que isto acontecesse, Faraó determinou que todas as
crianças nascidas homem dos filhos dos hebreus fossem jogadas no
rio Nilo para que morressem. (Ex 1.22) Era o estratagema da
época, mata-se o bebê, para que não faça oposição ao sistema
quando crescer. Herodes, nos tempos de Jesus, fez a mesma
coisa em Israel, mandou matar umas duzentas crianças de dois
anos, na expectativa de matar Jesus juntamente com elas. Tanto
Faraó, como Herodes erraram o alvo, mataram crianças, mas não
mataram a criança que Deus estava guardando, nem Moisés e nem
Jesus morreram fora de tempo.
5.3 - Por
intervenção divina, Moisés ainda criança, foi colocado num
cesto e lançado nas águas do Nilo. Mas a filha de Faraó o
recolheu e o criou como sendo seu filho. E colocou nele o nome
de Moisés que quer dizer: Tirado das águas. Deus sempre dá um
jeitinho de fazer o mal que foi lançado sobre um cristão,
virar uma bênção, é estranho esta forma de agir do Senhor, mas
vai se fazer o que? Deus é assim mesmo. Faz o que quer quando
quer e como quer, e ninguém pode impedir. Quem poderá impedir
o agir de Deus? Um homem? Nunca!
5.4 - Quando
adulto, Moisés ficou sabendo da sua história e da sua origem e foi conhecer o seu
povo. Moisés tinha sangue hebreu, pensava como hebreu, mas
tinha educação de Egípcio e era visto pelos hebreus como um
egípcio e era visto pelos egípcios como um hebreu, haja
confusão. Não foi bem recebidos pelos seus irmãos. Eles não
queriam um "egípcio" no meio deles, afinal, eram escravos dos
egípcios e os odiavam.
5.5 - Moisés
era nervoso e matou um egípcio e enterrou na areia, quando
defendia um hebreu, mas por isto, teve medo de Faraó e fugiu
para o deserto de Mídiã (Ex 2.11) Mas uma vez, Deus estava
levando o seu escolhido para o lugar onde iria prepará-lo para
a obra que desejava executar por seu intermédio: humilhar e
liquidar Faraó e seu exército, enriquecer o povo hebreu e
tirá-los do Egito e levá-los para o lugar da provação:
deserto. Por mais estranho e tortuoso que seja o caminho que
estejamos andando, é partir dele que Deus faz agente andar do
jeito que Ele quer.
5.6 - No
deserto de Mídiã, Moisés casou-se com Zípora, filha do Sacerdote
de Mídiã, com ela teve filhos. Passados 40 anos no deserto,
Deus apareceu para Moisés numa sarça ardente. (Ex 3.2) Deus chama
Moisés para retornar ao Egito e retirar de lá o povo hebreu,
que agora, era aproximadamente dois milhões de pessoas.
Naturalmente, Moisés se negou, e arrumou muitas desculpas ao
ponto de Deus ficar muito irritado com ele e quase o matar
durante a viagem de volta ao Egito (Ex 4.24). Deus é muito
paciente, mas chega um ponto que a sua paciência esgota, ele
tem que tomar uma decisão, e se a situação não for favorável
para o servo de Deus, Deus não questiona, toma a decisão,
mesmo que isto custe um pouco de dor para alguém. Tudo na vida
tem um prazo. Chegando o tempo as coisas tem que acontecer ou
de um jeito ou de outro. Veja o caso de João Batista, a função
dele era anunciar Jesus, e ele mesmo dizia: "Eu não sou a luz,
eu estou apenas anunciando a luz, quando a luz chegar eu
desaparecerei". Quando foi preso, mandou perguntar a Jesus, se
Ele era realmente o Filho de Deus. Jesus mandou dizer para
ele: "Os cegos enxergam e coxos andam." E Jesus não livrou
João da morte pela mão malvada de Herodes.
5.7 - No Egito, Moisés teve
que enfrentar a descrença dos hebreus e dos egípcios, e com
base numa série de eventos miraculosos, chamados de pragas do
Egito, Moisés tirou o povo hebreu do Egito, momento em que o
povo Egípcio deu muito dinheiro e muitas jóias para que o povo
hebreu saísse o mais rápido possível, porque as pragas de
Moisés estavam acabando com tudo no Egito. Cientista da
atualidade dizem que as pragas do Egito, foram na realidade
eventos naturais do tipo: erupções vulcânicas, maremotos e
recuo do mar, terremotos, gazes pantanosos e outros coisas
mais.
5.7.1 - E eu entro com eles
numa coisa: Deus usa a natureza para fazer milagres, mas Deus
é o dono de qualquer situação, se Ele quiser ele faz o
maremoto ou impede dele acontecer. Tudo, sem exceção tudo,
está na mão de Deus. Que diferença faz isto para Deus? De
qualquer forma, o povo saiu rico do Egito e Faraó e seu
exército afundou no Mar Vermelho. Portanto, com a ajuda ou não
da natureza se cumpriu o que Moisés profetizou. Deus continua
sendo Deus do mesmo jeito.
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5.7.2 - O que mais me
admira é que até hoje os arqueólogos não acharam as carroças
do Faraó. Elas estão lá, e só procurar no lugar certo,
exatamente onde a Bíblia diz que elas afundaram. Acharam a
múmia do filho de Faraó, todos eles confirmam que realmente é
o menino que morreu na última praga, porque não acham as
carroças? Achem as carroças, para glorificar mais ainda o
Santo Nome do Senhor.
5.8 - Moisés
perambulou com o povo hebreu pelo deserto durante quarenta
anos. Deus fez isto para poder exterminar aquela geração de
homens que duvidaram da capacidade de Deus e sempre
questionavam e reclamavam dos milagres de Deus. Desobedeciam a
Moisés, faziam oposição ao poderoso de Deus, e desafiavam Deus
dizendo: "queremos carne, queremos água. Tu nos trouxeste para
este deserto maldito" Se Deus não está nos dando comida ou
água, é porque não é para agente comer e nem para beber, é
para ficar de jejum contra a nossa vontade. Sei que isto é
loucura, mas espiritualmente tem um sentido. Uns jejuam porque
se decidem fazer isto, e outros porque são obrigados, de
qualquer forma, todos que são chamados para a obra de Deus,
tem que pagar o preço pelas almas.
5.8.1 - Uns são chamados
para jejuar, outros para pregar, outros para profetizar,
outros para escrever loucuras como estas, outros para
financiar e assim é feita a obra de Deus. Cada um faz o que dá
conta, nem todos são chamadas para reconstruir os muros, uns
são chamadas para vigiar o inimigo e outros para
trabalhar.
5.9 - No
deserto, Moisés recebeu a tábua com os dez mandamentos,
escrita pelo dedo de Deus, mas
teve que jejuar 40 dias duas vezes, porque era teimoso e
quebrou as primeiras tábua que foram escritas pelo dedo de
Deus, porque ao chegar no acampamento, Arão, seu irmão, havia
feito um bezerro de ouro, e o povo estava adorando esta imagem.
Ele "enlouqueceu" e partiu as "sagradas" pedras em mil
pedacinhos, o preço, foi ter que jejuar quarenta dias para
ficar mais calmo. Crente nervoso sofre! Moisés era tão nervoso
que foi separa uma briga e findou matando um dos contendores,
mas ao fim se tornou o homem mais manso da terra. Jejum amansa
qualquer um.
5.10 - Moisés, com 120 anos, não pode entrar na terra prometida,
apenas a contemplou de um monte onde morreu. Deus disse a
Moisés: "sobe naquele monte e morre". Deus não lhe
permitiu entrar na terra porque foi desobediente nas águas de
Meribá de Cades, no deserto de Zim. (Nm 27.14), Deus mandou
ele tocar na rocha com um cajado e ordenar a rocha que desse água,
ele bateu na rocha com muita força porque estava com raiva, o
povo estava perturbando ele demais por causa da falta de água
no deserto, desagradando a Deus com esta atitude. Tendo sido
substituído por Josué. (Nm 27.18) Neste tempo, Moisés era o
homem mais calmo da terra.
5.11 - Josué
era homem valente e muito poderoso diante de Deus em oração.
Pelas narrativas bíblicas, tudo faz crer que o maior milagre
visível feito por um homem, em toda história da humanidade, aconteceu com Josué, quando Deus
parou o tempo por 24 horas no vale de Aijalom para que ele
pudesse terminar uma guerra. (Js 10.12 - 14)
5.12 - Temos de Josué, o
exemplo de santidade, e de perseverança, quando todos os
homens que foram espiar a terra voltaram esmorecidos, dizendo
que os homens que por lá existiam eram gigantes, e que eles,
aos gigantes pareciam gafanhotos, Josué e Calebe, foram
prontos a dizer que eles realmente eram grandes, mais não tão
grandes que não pudessem ser derrotados. Aliás, diga se de
passagem: quanto maior é o coqueiro, maior é o tombo, quem
duvidar, suba até o céu e pergunte para Davi. É bastante
lógico, numa guerra, os homens de menor estatura normalmente
vencem os de maior estatura, a energia corre mais rápido
dentro do corpo, os membros respondem mais rápido, os menores
se movimentam mais rápido e disparam mais rápido. Ser pequeno
não é desonra, com Deus, não existe grande e pequeno, todos
são gigantes. O pior rei de Israel em toda a história foi o
primeiro rei, foi o maior e mais bonito, um tal de Saul, levou
o o povo de Israel ao pecado e a derrota, tombaram ele e seus
filhos numa mesma tarde.
5.13 - Josué
introduziu o povo hebreu de volta na terra prometida, que mana
leite e mel, hoje é o estado de Israel. O livro de Josué, é um
manual de guerra, quem quer ser bom guerreiro deve ler várias
vezes este manual.
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06 – A Terra Prometida
6.1 - Deus fez
a promessa a Abraão que ele e a sua descendência viveriam em
uma terra que mana leite e mel, seria a terra da promessa para
as gerações do povo hebreu.
6.2 - Isto realmente
aconteceu, porém, para que pudessem herdar a terra, primeiro
eles tiveram que viver 430 anos no Egito, debaixo de
escravidão e infanticídio, e para tomar posse da terra tiveram
que derrotar inúmeros tribos que encontraram pelo caminho ou
ocupavam a terra da promessa. Como se pode ver, algumas das
promessas de Deus, para se cumprir em nossa vida, nós
precisamos avançar contra o inimigo e expulsá-lo, tomando
posse daquilo que Deus nos deu.
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6.3 -
Normalmente, as promessas de Deus se cumprem em nossa vida,
mas temos que pagar por elas integralmente. O preço é cobrado
de diversas formas, muita vezes é cadeia ou escravidão.
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07 – Samuel – O Último Juiz
7.1 - Com
Josué, inicia-se o período dos Juízes, é um período
extremamente conturbado, porque neste tempo, “cada um fazia o
que queria”. Não havia um governo na terra, o povo estava
distribuído em tribos e muitas vezes elas lutavam umas contra
a outra ao ponto de se exterminar. (Jz 20)
7.2 - No
tempo dos Juízes que se levantaram dois homens com
grande poder de
Deus, um foi Gideão, que venceu um exército de mais de cem mil
homens com apenas trezentos.
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7.3 - Um outro
valente e extremamente forte, foi Sansão, que embora tão
forte, era facilmente vencido pelas mulheres. Seus inimigos
levantaram a Dalila do vale de Soreque para o embriagar de amores e descobrir o
segredo da sua força para que o pudessem derrotá-lo,
aprisioná-lo, escravizá-lo e levá-lo à perda a vida. (Jz 16.21 e 30)
A paixão é arrebatadora e covardemente enganadora. O grande
feito de Sansão foi matar mil homens de uma só vez com uma
queixada de jumento.(Jz 15.15)
7.4 - O último
dos Juízes foi Samuel, homem santo e poderoso em profecias,
tudo que ele falava se cumpria na íntegra. Samuel, ungiu Saul
e Davi a reis de Israel. Este homem é o exemplo de Sacerdote a
ser seguido pelos Pastores da atualidade.
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08 – O Primeiro Rei – Saul
8.1 - Saul era
um homem muito alto e muito bem apresentável, quando se
apresentava nas reuniões, ele se destacava muito, porque seu
corpo aparecia da cintura para cima, acima dos outros no meio do povo de tão alto
que era.
8.2 - O
reinado de Saul foi se confirmando aos poucos, mas do meio para
frente foi despencando rapidamente. Saul era atacado por um
demônio que o deixava enfurecido e louco. Constantemente ele
investia contra Davi, que era músico e ungido de Deus.
Davi expulsava o demônio de Saul quando tocava a harpa.
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8.3 - Saul
teve um desempenho péssimo como rei, ainda mais por ter sido o
primeiro. Nas primeiras batalhas teve boas vitórias, mas
depois, perdia constantemente, especialmente, porque expulsou
Davi do reino, e era Davi quem liderava o exército nas
campanha militares.
8.4 - Por fim,
o rei Saul perdeu uma guerra contra os Amalequitas, e ele,
juntamente com os seus três filhos, tombaram no campo de
batalha. (Sm 31.6) Assim acabou o reinado do primeiro rei de
Israel. Deus não queria que Israel tivesse um rei como os
outros povos, Ele é que era o rei de Israel.
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09 – O Segundo Rei – Davi e Bate-seba
9.1 - Um dos
capítulos mais miraculosos da Bíblia sagrada é o capítulo onze
de Segundo Samuel, porque nele está a narrativa da queda de
Davi com Bate-Seba, esposa do capitão Urias. Todo Pastor deve
meditar e conhecer de cor este capítulo e as duras
conseqüências que vieram por causa do pecado narrado nele.
9.2 - A
história da vida do rei Davi, é uma história para ser lida
milhares de vezes, por que é repleta de fatos altamente
inusitados. Davi cometeu um deslize incomum para um homem de
Deus, deitou com a mulher de outro homem, engravidou-a, tentou
encobrir o seu erro trazendo Urias da guerra para deitar com a
sua mulher, não conseguindo, matou o marido de Bate-Seba pela
mão dos seus inimigos em uma guerra. Esta série de pecados,
custou caro par Davi: o seu primeiro filho com Bate-Seba
morreu com sete dias de nascido(2Sm 12.18); uma filha estuprada por um irmão dela
(2Sm 13.11 e 12); um filho assassinado por outro filho (2Sm
13.23) um filho revoltoso (2Sm 15.14); deposto do trono pelo
próprio filho (2Sm 15.14) um filho morto pelos seus soldados
(2Sm 18.14); e o pior e mais devastador castigo que um homem
pode receber, ver um anjo de Deus matando setenta mil pessoas
por sua culpa. (2Sm 24.17). Tudo isto por causa de ato
impensado de um homem de Deus.
9.3 - Quando o
profeta Samuel foi enviado por Deus para ungir Davi a rei,
logo que ele chegou na casa de Jessé, pai de Davi, foi
chamando os filhos de Jessé, um a um, eram oito ao total,
incluindo Davi, o primeiro a passar de frente do profeta foi
Eliabe, que era alto e bem aparentado, a respeito deste disse
o profeta Samuel em seu coração: “Certamente é este o ungido
de Deus”. Mas o SENHOR, disse a Jessé: “Não atentes para a sua
aparência, nem para a sua formosura, porque o rejeitei; porque
o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém
o SENHOR, o coração”. (1Sm 16.6 e 7). Depois que os sete
primeiros filhos passaram na frente do profeta, ele perguntou
se havia mais um. Neste ponto, novamente se percebe como o ser
humano é falho na avaliação do próprio ser humano. O pai de
Davi, não havia contado com a possibilidade de que Deus
poderia ter escolhido Davi, por ser Davi, um adolescente
ruivo, magro e pequeno, que ficava no mato tomando conta de
ovelhas.
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9.4 - Mas Davi
tinha um quesito único a seu favor, ele era um leão no corpo
de um homem, quando as feras do campo, leões, ursos e outros
animais atacavam as ovelhas de Davi, simplesmente, ele os
matava. Em suas próprias palavras: “teu servo apascentava as
ovelhas do seu pai; quando veio um leão ou um urso e tomou um
cordeiro do rebanho, eu saí após ele, e o feri, e livrei o
cordeiro da sua boca; levantando-se ele contra mim, agarrei-o
pela barba, e o feri, e o matei. O teu servo matou tanto o
leão como o urso”.(1Sm 17.34-36)
9.5 - Ele
matava os animais ferozes agarrando os pela barba e
esfaqueando os até a perda a vida, e isto aos dezessete anos, é
difícil de se acreditar, mas certamente é verdade.
9.6 - Depois
de ungido, aos dezessete anos, Davi foi levado para o castelo
do Rei Saul, para tocar harpa e livrá-lo de um demônio. Foi
então que enfrentou o gigante Golias e o matou com uma pedra
atirada por uma funda, derrubando-o e depois cortando o seu
pescoço com a própria espada do gigante.
9.7 - Depois
deste feito, Davi se tornou uma figura notável em Israel, se
tornou capitão e ia para as batalhas e arrechaçava o inimigo.
9.8 - Mas Saul
o perseguia dia e noite, tentando encravá-lo na parede com uma
lança, mas Deus não permitia que Davi morresse, porque tinha
um plano na vida dele.
9.9 - Com a
perda a vida de Saul, logo o povo de Israel ungiu novamente Davi a
Rei sobre Israel.
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10 – O Terceiro Rei – Salomão e a
Construção do Primeiro Templo
10.1 - Outra
figura bíblica, que deve ser estudada é Salomão, por ter uma
vida com situações parecidas com a do pai Davi, mas também
cheia de fato inéditos.
10.2 - Um fato
que chama a atenção na vida do rei Salomão, é a forma como
Deus se manifestou para ele, logo que ele foi ungido rei.
10.3 - Salomão
era muito próximo de Deus, porém, era muito dado a mulheres,
tendo chegado a ter 300 esposas e mais 700 concubinas,
totalizando mil em um determinado momento de sua vida: São
inúmeros os textos onde Deus fala profundamente com Salomão,
tendo um que é muito conhecido: “Se o meu povo, que se chama
pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se
converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus,
perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. (2Cr 7.14)
10.4 - Salomão
era um erudito, estudioso de plantas e de tudo que o cercava,
era dotado de um sabedoria incomum, e os reis de toda a terra,
vinham a Israel, somente para ouvi-lo e levar presente para
ele. Salomão é autor de diversos provérbios bíblicos e dos
livros de Eclesiastes e Cantares
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10.5 - O
reinado de Salomão foi de uma riqueza incomum, pois o SENHOR,
disse: “Porque não me pediste, riquezas, bens ou honras, nem a
morte dos teus inimigos e nem vida longa, mas sabedoria e
conhecimento, eis que te dou sabedoria e conhecimento,
riquezas, bens e honras como a nenhum homem foi dado nem antes
e nem depois de ti”. (2Cr 1.11 e 12)
10.6 - E
conforme Deus falou, se cumpriu, o reinado de Salomão foi
repleto de sabedoria, conhecimento e riqueza.
10.7 - Mas o
maior feito do rei Salomão foi sem sombra de dúvidas a
construção do primeiro templo, embora Davi tenha deixado quase
tudo pronto antes de perder a vida. O templo foi erguido na eira de
Araúna o jebuseu (descendente da tribo dos jebuseus, de Jebus
(2Sm 5.6) ou Salém (Gn 14.18), primeiros nomes de Jerusalém,
as tribos iam tomando a cidade e mudando o nome, quando Davi
tomou-a(2Sm 5.6-10), chamou-a de Jerusalém, “Jebus-Salém”). No
local onde foi construído o templo, foi oferecido um grande
holocausto a Deus, para que o anjo parasse de matar o povo em
Israel, porque ele já tinha matado em uma só tarde 70 mil
pessoas. (1Rs 25.15 -17 e 25)
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11 – Exílio Babilônico
11.1 - Com a
perda a vida de Salomão o reino foi para a mão do seu filho, Roboão,
(2Cr 9.31). Porém este rei era dado a ouvir o conselho dos
jovens e não o conselho dos anciões (2Cr 10.1-15), e isto lhe
custou muito caro, o preço foi a divisão do reino, ficando
duas tribos na mão de Roboão e dez na mão de Jeroboão. Deste
ponto em diante começa o reino do Norte e o Reino do Sul, e as
guerras entre as tribos do norte e as tribos do sul eram
constantes, causando muitas baixas.
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11.2 - Ficando
assim a divisão: Israel, com dez tribos ao norte e Judá com
duas tribos ao sul.
11.3 - O reino
do sul, ou reino de Judá, composto por duas tribos, era
constantemente repreendido por Deus para se voltar para a
adoração verdadeira, porque adoravam pau e pedra, depois de
400 anos de teimosia, Deus entregou o reino de Judá nas mãos
dos caldeus, que mataram e espoliaram todo o ouro do templo e
levaram centenas para a Babilônia onde ficaram cativos por 70
anos.
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12 – Jesus – O Nosso Redentor
12.1 - A vinda
do Messias, foi anunciada em todo o Velho Testamento, a
primeira referência que encontramos é “Porei inimizade entre
ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente.
Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. (Gn
3.15) É Deus fazendo a promessa que enviaria Jesus para ferir
a cabeça de Satanás (serpente) e seria ferido por Satanás no
calcanhar (cravos da cruz).
12.2 - Em
todos os livros da Bíblia sagrada, encontramos pelo menos uma
passagem deixando evidente que Jesus seria enviado para pregar
o evangelho e perder a vida na cruz, ressuscitando ao terceiro dia.
12.3 - Estas
passagens são mais freqüentes nos salmos: “Eu, porém constituí
o meu Rei sobre o meu santo monte Sião”. (Sl 2.6); “Deus meu,
Deus meu, por que me desamparaste”? (Sl 22.1) Recitado por
Jesus quando estava na cruz.
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12.4 - A vinda
do Messias foi profetizada incontáveis vezes pelos grandes
profetas, tendo inúmeros capítulos completos falando isto: (Is
52.13-15); (Is 53.1-9) e muitos outros.
12.5 - A forma
como Deus encontrou para introduzir o seu filho na humanidade,
de maneira que ele fosse um homem como qualquer outro, mas
fosse capaz de vencer o pecado, foi por um milagre: “Ora, o
nascimento de Jesus foi assim: estando Maria, sua mãe,
desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se
grávida pelo Espírito Santo”. (Mt 1.18). Como se pode ver, não
existe nada impossível para Deus.
12.6 - Tendo Jesus
nascido de uma relação não humana, ele estava fora da linhagem
de maldição deixada para a humanidade por Adão e Eva, estando,
portanto habilitado para salvar a humanidade, coisa esta, que
nenhum outro homem seria capaz, porque não estaria livre da
maldição do pecado herdado de Adão.
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13 –
Apocalipse
13.1 - Na Bíblia o livro
do Apocalipse, que significa revelação, trata das últimas
coisas da administração de Deus para com os homens.
13.2 - O Apocalipse em
si, é um evento composto de um período de sete anos, dividido
em dois períodos bem distintos de três anos e meio cada um, isto foi
profetizado por Daniel.
A palavra Apocalipse é
traduzida como sofrimento, e não é sem razão, realmente o
período compreendido pelo Apocalipse na administração de Deus, é
um período de grande sofrimento para o ser humano.
13.3 - O Apocalipse, é o
período que separa o período da graça de Deus e o milênio. Põe
fim ao período da graça e dá início ao período do milênio.
13.4 - O primeiro período
do Apocalipse ou tribulação, é também conhecido como o período
de engano. Satanás, estará manifestado em um homem, e estará
liderando as nações da terra a partir de um reino em algum
país. Ele se constituirá chefe de uma nação e chefe de todas
as nações da terra. Percebe-se claramente que as nações da
terra já estão bem encaminhadas para isto, pois já se uniram
em grandes blocos com uma só moeda e uma só lei para os
negócios.
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13.5 - Este primeiro
período é o período que Satanás estará enganando e preparando
o povo em toda a terra para marcá-los e tomar posse de suas
almas, impedindo que eles se salvem eternamente. (Ap 13.16)
13.6 - O segundo período,
inicia com uma perseguição em massa aos que não aceitaram a
marca da besta (Ap 13.16), obrigando-os a receberem a marca na
mão direita ou na fronte, os que se negarem serão mortos em
uma guilhotina.
13.7 - Durante este
segundo período haverá morticínio em toda a terra, há uma
série de tragédias que serão desencadeadas, são os selos do
Apocalipse, todas visando
a acabar com a humanidade e com os homens que não quiseram adorar a
Deus.
13.8 - Acredito que
durante a tribulação a população da terra estará em torno de
treze bilhões de seres humanos e Satanás e seus demônios irão
matar aproximadamente 12.2 bilhões de seres humanos no curto
período de três anos e meio.
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14 –
Bênção de Deus
Deus fez a parte dele. Se
revelou para o homem pela natureza, pelos profetas, pelos
evangelhos e por seu filho Jesus.
14.1 - Agora devemos
fazer a nossa parte, retornarmos as origens, voltarmos para
Deus, e em arrependimento de pecado, adorá-lo em espírito e em
verdade.
14.2 - Não importa o que
digam a respeito de religiões, porque na verdade, nenhuma
religião salva ninguém, quem salva é Jesus. Foi Ele quem pagou
o preço na cruz do calvário para nos redimir do pecado, da
maldição da perda a vida eterna e do juízo final.
14.3 - Todos os homens
serão julgados, este julgamento é chamado de julgamento
condenatório, porque todos quantos forem julgados serão
condenados e lançados no lago de fogo e enxofre que arde
eternamente, isto é a segunda morte. (Ap 21.8) Esta palavra
parece pesada, mas não é. É preciso que o homem saiba qual o
seu destino com Deus e qual o seu destino sem Deus.
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14.4 - Com Deus nós
viveremos eternamente na cidade santa a nova Jerusalém,
que tem ruas de ouro e rios de cristal, veremos Deus conforme somos visto, e seremos totalmente
perfeitos e felizes eternamente.
14.5 - Deus tem um plano
na vida de todo homem, convide Deus para trabalhar na sua
vida, logo você perceberá Deus agindo de forma sobrenatural,
lhe conquistando e lhe dando conhecimento da Palavra e das
maravilhas insondáveis do Espírito Santo.
14.6 - Ore: “Deus eu
quero te conhecer melhor, me ajuda”. E você verá que isto realmente
acontecerá.
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